Alerta na saúde: Lula inicia sessões de radioterapia após cirurgia para retirada de câncer de pele

O Palácio do Planalto e a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês confirmaram uma nova etapa nos cuidados de saúde do chefe do Executivo. O presidente Lula inicia sessões de radioterapia preventiva na manhã desta segunda-feira (25). O tratamento complementar acontece um mês após o petista passar por uma cirurgia para a retirada de um carcinoma basocelular — um tipo de câncer de pele — na região do couro cabeludo.

Apesar do termo assustar em um primeiro momento, a equipe médica informou que o procedimento é de rotina e serve para garantir que a lesão não retorne.

Como será o tratamento do presidente?

De acordo com informações apuradas pelos bastidores da CNN, o cronograma estabelecido para o presidente prevê um total de 15 sessões de radioterapia superficial preventiva. Esse ciclo de cuidados médicos deve ser distribuído ao longo das próximas três semanas.

A boa notícia para a agenda política é que o tratamento não deve afastar o mandatário de seus compromissos oficiais. Em nota divulgada pelo hospital, os médicos foram categóricos:

“O presidente seguirá suas atividades diárias sem restrições.”

O acompanhamento de saúde do presidente continua sob a liderança de sua equipe de confiança, chefiada pelos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio. O boletim oficial que confirmou o início do tratamento foi assinado pelos diretores da instituição, Rafael Gadia e Volney Vilela.

Entenda o que é o carcinoma basocelular

A notícia de que Lula inicia sessões de radioterapia levantou muitas dúvidas sobre a gravidade da doença. Especialistas explicam que a lesão basocelular (ou carcinoma basocelular) é, na verdade, o tipo de câncer de pele mais comum entre a população mundial.

Esse tipo de tumor maligno tem como principal característica o crescimento lento e um risco considerado muito baixo de disseminação (metástase) para outros órgãos, especialmente quando é descoberto e tratado logo no início, como foi o caso do presidente.

O protocolo padrão para eliminar completamente os riscos envolve justamente o que está sendo feito: a remoção cirúrgica da lesão (realizada em Lula no dia 24 de abril) seguida por aplicações locais de radioterapia superficial para eliminar qualquer célula residual.

Fonte: Bacci Notícias

Foto: Ricardo Stuckert / PR.